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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Lançamento do Logo

Eletropaulo lança simulador online que calcula consumo de energia de aparelhos domésticos



Fonte: Jornal ABC Repórter - 24.01.2012
São Paulo - A AES Eletropaulo acaba de colocar no ar um simulador online que ajuda aos clientes com o planejamento dos gastos com energia nas residências. No site www.consumomaisinteligente.com.br/simulador, é possível reproduzir o ambiente doméstico e verificar o consumo dos equipamentos elétricos. A ferramenta está disponível para os clientes residenciais e para os beneficiados com o desconto da tarifa social.

Na casa virtual, o cliente seleciona cada aparelho e informa a quantidade, potência, frequência e tempo que, geralmente, utiliza esse equipamento. A partir dessas informações, o sistema calcula automaticamente o valor aproximado da conta de energia, incluindo os impostos.
Com o simulador também é possível verificar o consumo de energia de aparelhos que, geralmente, ficam na área externa de uma casa, como freezer, churrasqueira e itens da lavanderia. "A ideia é proporcionar uma ferramenta que permita controlar os gastos com energia, da mesma forma que acompanhamos nossa conta bancária", explica Fernando Bacellar, gerente de Usos Finais da Eletropaulo.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Setor de petróleo e gás quer contratar 50 mil jovens sem faculdade até 2015


Ideia é qualificar o quanto antes a mão de obra para um segmento da economia carente, mas estratégico
O setor de petróleo e gás está atrás de estudantes que cursam o último ano do ensino fundamental e dos níveis médio e técnico e que ainda não definiram a profissão. A ideia é qualificar o quanto antes a mão de obra para um segmento da economia carente, porém estratégico. A expectativa é de que até 2015 devam surgir mais de 50 mil vagas por ano no Brasil para técnicos nessas áreas.
Quem está em começo de carreira hoje chega a ganhar R$ 2.615,86, valor referente à remuneração básica desses profissionais na Petrobrás. Atualmente a estatal petrolífera não tem nenhum concurso com inscrições abertas. Mas a estimativa da empresa é admitir 17 mil novos empregados até 2015, com a realização de dois processos seletivos por ano para cargos de níveis técnico e superior.
Para despertar o interesse dos estudantes, a Petrobrás incrementou o programa Profissões de Futuro, com a criação de um site (www.profissoesdefuturo.com.br), onde é possível acessar informações sobre o cenário da indústria de energia e do mercado de nível técnico, além de conhecer as profissões relacionadas.
O gerente-geral da Universidade Petrobrás e responsável pelo programa, Ricardo Salomão, diz que a área mais acessada na página eletrônica é o Mapa de Cursos, onde o aluno conhece os cursos técnicos com uma breve descrição, carga horária, profissões relacionadas e onde estudar. O site foi lançado em dezembro e já contabiliza cerca de 25 mil acessos.
“Com a perspectiva de crescimento nos segmentos de petróleo, gás e energia, construção civil e infraestrutura, a demanda por técnicos de nível médio é crescente. Para termos uma ideia, na Petrobrás controladora, somos cerca de 60 mil empregados próprios sendo dois terços deste efetivo posicionado em carreiras técnicas de nível médio. Esta proporção se repete e até aumenta pelas empresas destes segmentos no País”, afirma Salomão.
Quem apostar no setor de energia está no caminho certo, na opinião do vice-presidente de operações da consultoria DBM Brasil e América Latina, José Augusto Figueiredo.
“O setor de energia em geral, desde a elétrica até petróleo passando por energias alternativas, é um campo promissor no Brasil. O profissional deverá olhar a energia de forma sustentável”, afirma o especialista.
“Trabalhar no setor de petróleo e gás sempre será promissor. Tem técnico sênior que ganha mais que um profissional que fez curso superior, por exemplo”, afirma Fernando Monteiro da Costa, diretor de operações da consultoria de RH Human Brasil. Além disso, ele aponta que trabalhar na Petrobrás, por exemplo, garante estabilidade e um pacote de benefícios.
No setor naval, Costa diz que faltam profissionais qualificados e interessados em trabalhar em alto mar. “O brasileiro, de forma geral, quando se forma na área naval, tem preferência em trabalhos fixos, mas as melhores oportunidades estão em alto mar, nas plataformas de petróleo. Isso abre oportunidades para estrangeiros. O setor é fértil de oportunidades, desde que o brasileiro tenha uma mudança de mentalidade e esteja disposto a trabalhar em alto mar.”
O site Profissões de Futuro relaciona ainda outras funções que devem se destacar nos próximos anos, como técnico de operação, técnico de exploração de petróleo, técnico químico e técnico de automação industrial. Para começar a exercer as funções, basta diploma em cursos técnicos.
Segundo Salomão, a formação demora três anos se o curso for feito com o ensino médio ou em 1,2 mil horas (aproximadamente 18 meses) na modalidade após o ensino médio. “As pessoas que já terminaram o ensino médio e não têm uma profissão definida podem fazer uma habilitação técnica de qualidade, num período razoável de tempo, ficando prontas para ingressar no mercado e aproveitar esta onda positiva.”

Fonte: Agência Estado 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Técnica - Treinamentos e Cursos: 2012 , O ANO DA DETERMINAÇÃO E COMPETÊNCIA PARA VENCER

Técnica - Treinamentos e Cursos: 2012 , O ANO DA DETERMINAÇÃO E COMPETÊNCIA PARA VENCER

2012 , O ANO DA DETERMINAÇÃO E COMPETÊNCIA PARA VENCER

Prezados,
É com muito prazer que retomo minhas postagens no blog, pois nesse inicio de 2012 quero passar a todos voces uma mensagem positiva, mesmo que os noticiários insistam em nos informar sobre  uma nova crise mundial, com enfase na União Europeia .

Precisamos ser otimistas, seguindo sempre no sentido contrário da correntesa, que tende a levar tudo e todos!

Sempre acreditei que para  enfrentar um problema na vida profissional , precisamos estar preparados  emocionalmente e tecnicamente, com equilíbrio nas ações e conhecimentos suficientes para encontrar soluções para os nossos desafios diários.

Acreditando nisso, informo a todos que estou iniciando minhas atividades como Empresário Individual  regulamentado conforme descrito a baixo:

"Considera-se EI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil"
http://www.portaldoempreendedor.gov.br/modulos/inicio/index.htm

Principais atividades:

  • Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial em projetos de instalações, elétrica, dados/voz/imagem, iluminação e hidráulica

  • Treinamento em informática para utilização de softwares de calculos e dimensionamentos para projetos do seguimento de elétrica e telemática

  • Criação e edição de livros, catálogos e revistas  com conteúdo técnico comercial

  • Organização de eventos , exposições e feiras

Aos intreressados nos treinamentos, estou a disposição para elaborar programas personalizados voltados diretamente as necessidades das empresas.


Um ótimo 2012!


Abraços

Ulisses Ricardo Romão
ulisses.romao@uol.com.br
11-9744-0606

domingo, 15 de maio de 2011

A importância do projeto elétrico

A construção passou a ser um dos pilares do crescimento sustentado e o segmento imobiliário respondeu por parte importante do desempenho recente da construção no Brasil. 

De acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), o total de investimentos previstos para 2010, nessa área, será da ordem de 246 bilhões de reais. Segundo Sergio Watanabe, presidente do SindusCon-SP, o crescimento da renda e a expansão do crédito asseguram demanda imobiliária contínua: 1,5 milhão de novos domicílios a cada ano, contribuindo para reduzir o déficit habitacional estimado em 5,3 milhões de moradas.


Para lêr a matéria completa acesse :

http://www.brasilengenharia.com.br/ed/601/PalavradoLeitor-Importancia_do_projeto.pdf

Década de ouro faz grandes grupos crescerem 2,5 vezes além do PIB

Levantamento do iG revela que 19 dos 20 maiores grupos nacionais faturam mais de R$ 10 bilhões. Há dez anos, eram apenas dois


Na primeira década do século 21, os maiores grupos brasileiros cresceram numa velocidade 2,5 vezes acima da expansão da economia brasileira.
No detalhe, o faturamento dos 20 maiores grupos nacionais de capital privado subiu 534% entre os anos de 2000 e 2010, alcançando uma receita bruta conjunta de R$ 587,9 bilhões. No primeiro decênio do século, o lucro consolidado destes grupos chegou a R$ 60,3 bilhões no ano passado, o que significou uma alta de 678% na comparação com o ganho líquido obtido em 2000.
As conclusões fazem parte de um levantamento inédito elaborado pelo iG com os dados dos 20 maiores grupos de capital privado de controle nacional. Nesta década de ouro para os grupos brasileiros, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 212%, a maior expansão observada desde o Milagre Econômico.

Para lêr a matéria completa acesse :

http://economia.ig.com.br/decada+de+ouro+faz+grandes+grupos+crescerem+25+vezes+alem+do+pib/n1596949275968.html

sábado, 14 de maio de 2011

Treinamento Nittoguen

É com muita satisfação que inicio na próxima segunda-feira dia 16/05/11 treinamento para os profissionais da Nittoguen Engenharia, empresa que atua na área de Sistemas Prediais e Eficiência Energética.

Espero atender as expectativas e desde já agradeço pela oportunidade de levar minha experiência e conhecimento na área de desenvolvimento de projetos elétricos de baixa tensão.

domingo, 1 de maio de 2011

Instrução Técnica 41 do Corpo de Bombeiros (IT 41)

A partir de 9 de maio, inspeção visual das instalações elétricas em construções de SP será exigida pelo Corpo de Bombeiros 28-04-2011. Para conseguir o "Habite-se", edificações novas ou reformadas deverão ser avaliadas tecnicamente na parte elétrica A Instrução Técnica 41 do Corpo de Bombeiros (IT 41) inclui uma nova obrigação para os proprietários de edificações que necessitarem do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) no Estado de São Paulo. Trata-se da inspeção visual de suas instalações elétricas. A instrução, publicada através de decreto do governador do Estado em 11 de março no Diário Oficial (DOE) e que entra em vigor efetivamente a partir do dia 9 de maio, é fruto de cinco anos de estudos de especialistas e autoridades governamentais que tentam reverter as tristes estatísticas de incêndios registradas no Estado e no País causados por problemas nas instalações elétricas de edifícios. Hilton Moreno, professor e especialista em normas técnicas na área de projetos elétricos e que desde o início acompanha as discussões a respeito do tema, acredita que este é um passo importantíssimo para se garantir a segurança das construções no Estado. "Nada mais justo e coerente do que incluir o Corpo de Bombeiros na missão de prevenir riscos de incêndios, já que são eles que prestam socorro imediato durante essas ocorrências e sabem a dimensão de suas consequências", observa. Na prática, as obras passarão por um check-list roteirizado por meio do Anexo A, da IT 41. A inspeção visual exigida pelo Corpo de Bombeiros deverá ser realizada por e terá a responsabilidade de um profissional devidamente habilitado no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura), que recolherá uma A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) relativa ao serviço de inspeção. Um dos aspectos que torna vulnerável a segurança elétrica de um edifício é o uso de cabos elétricos fora dos padrões ideais para as correntes elétricas que são suportadas em diferentes situações, além de maneiras de instalar inadequadas. Explica Alvaro Luccas, diretor de Marketing da Nexans, líder mundial na fabricação de cabos elétricos, a questão é grave e deve ser considerada por todos os agentes envolvidos em projetos elétricos. "A IT 41 traduz a preocupação da sociedade e das autoridades na busca de maior segurança e vem sedimentar um trabalho de divulgação e orientação que nós da indústria sempre procuramos fazer no sentido de se evitar tantas tragédias. Faltava apenas o aspecto da coerção, da compulsoriedade na obediência desses itens que envolvem a segurança das instalações elétricas", analisa o executivo.

Avaliação da conformidade de instalações elétricas de baixa tensão

Edição 62 - Março 2011
Por Eduardo Daniel
A história e os primeiros resultados conquistados no processo de organização de um sistema de certificação de instalações elétricas no Brasil


A situação das instalações elétricas de baixa tensão no Brasil sempre foi considerada crítica. O conjunto de componentes de uma instalação, formado por eletrodutos, condutores, conectores, disjuntores, interruptores, tomadas e outros dispositivos, tem uma influência significativa na qualidade do desempenho da instalação. No entanto, mesmo que sua qualidade individual seja assegurada, resta ainda a grande influência do serviço de construção da instalação. Nele deve ser avaliada a qualidade da mão de obra utilizada, além das condições tecnológicas do instalador.
A norma técnica de referência principal, a ABNT NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão –, prevê em seus requisitos a realização de inspeção visual e de ensaios na instalação montada, de modo que o desempenho do conjunto possa ser avaliado.
Uma das poucas fontes de dados sobre as consequências principais da falta de qualidade de nossas instalações elétricas é o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo que, já em 1999, apresentou os seguintes resultados:
Causas de incêndio em edificações – Instalações elétricas inadequadas


Tipo de local
Atendimentos
Comercial
354
Ensino/lazer/diversão
97
Habitação
1323
Hospedagem
13
Indústria
137
Obras/diversos
48
Prestação de serviços
56
Repartição pública
24
Saúde
25
Terminal de carga e passageiros
22
TOTAL
2.099


Fonte: Elaboração do autor – dados de “O Estado de São Paulo” (1999)
É importante que, em algum momento, sejam registrados os dados e a própria história desse processo incessante e que esperamos que tenha um final feliz para evitar que se trilhem os mesmos caminhos que não foram de sucesso e se evitem os mesmos erros.
Quanto aos materiais e componentes das instalações, a primeira portaria do Inmetro instituindo a certificação compulsória de produtos elétricos data de 1992, aplicável aos condutores elétricos de cobre, isolados com PVC para tensões de até 750 V e que só entrou efetivamente em vigor em 1996. Depois disso, foi publicada uma série de portarias aplicáveis aos demais materiais de instalação e que a partir de janeiro de 2002 entraram em vigor, criando as condições de controle do nível da qualidade de todos os componentes.
Os históricos de registros de acompanhamento dos produtos já certificados há mais tempo têm demonstrado que a evolução da qualidade dos materiais encontrados no mercado está muito ligada à vigência da certificação. Mesmo que a compulsoriedade ditada pelo poder concedente seja assunto controverso e que não é regularmente utilizada nos países mais desenvolvidos da Europa e nos Estados Unidos, é inegável que pelo nosso estágio de desenvolvimento tecnológico e pela importação de materiais o comprometimento dos fornecedores de produtos e serviços ainda precisa ser estimulado rumo à qualidade.
Com a situação dos componentes equacionada, restavam ainda as instalações propriamente ditas. Desde 1997 já se encontrava formalmente instituído o Grupo de Estudo com o Inmetro, responsável pela elaboração das regras específicas (termo adotado na época) aplicáveis à certificação das instalações, que sempre contou com a participação ativa de todos os setores envolvidos:
  • Entidades representativas dos fabricantes de condutores elétricos (Sindicel) e de materiais de instalação (Abinee);
  • Entidades representantes do comércio de materiais de construção em geral (Anamaco) e de materiais elétricos (Abreme);
  • Instaladores, representados pelo Sindinstalação;
  • Crea de São Paulo;
  • Confea, representando os demais Creas;
  • Comitê Brasileiro de Eletricidade da ABNT (CB03);
  • Inmetro, coordenando os trabalhos da subcomissão.
Faltava, entretanto, a figura do “poder concedente”, ou seja, a personagem que possui a autoridade para definir a obrigatoriedade da certificação, uma vez que, no caso das instalações, não é o Inmetro que detém esta autoridade. Fruto de um esforço conjunto de todas as partes envolvidas com o Inmetro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que tem o objetivo de regulamentar as condições aplicáveis às empresas concessionárias, foi introduzida no processo, constituindo o elo final para fechar o ciclo.
A situação das instalações elétricas de baixa tensão exigia que as medidas tomadas fossem as mais urgentes possíveis, porém, dentro do modelo adequado de certificação, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade – SBAC.
A introdução desse assunto no Programa Brasileiro de Avaliação da Conformidade aprovada poderia garantir os recursos necessários de pessoal por parte do Inmetro na coordenação dos trabalhos. As atividades da subcomissão de certificação foram retomadas em seguida, com o início da discussão sobre o modelo de certificação a ser adotado, envolvendo os ensaios, as entidades certificadoras, a fiscalização e a formação de pessoal qualificado.
Para facilitar os primeiros contatos e discussões, o Sindicel coordenou a realização, em maio de 2000, de um workshop intitulado “Instalações elétricas no Brasil” na sede da Aneel em Brasília, tendo contado com a presença do Inmetro, da diretoria da Aneel, do Sindinstalação, da Abinee e do Comitê Brasileiro de Eletricidade.
Um dos pontos mais interessantes do workshop foi a apresentação do representante da Enre – Ente Nacional Regulador de la Eletricidad, da Argentina, que trouxe a experiência daquele país no assunto desde a publicação da Resolução 207/95, instituindo a certificação compulsória a partir de 01/06/96. O modelo argentino serviu como um dos documentos de referência ao trabalho inicial da subcomissão do CBC (atual CBAC).
Pelo cronograma que foi estabelecido, a única tarefa mais árdua seria a de criar as regras específicas (atuais regulamentos de avaliação da conformidade) e o sistema de fiscalização do mercado, considerando que já existiam certificadoras interessadas em obter sua acreditação com o Inmetro, laboratórios não eram necessários e a qualificação de inspetores já possuía os treinamentos preparados.
Além disso, ainda existia e existe até hoje a vantagem adicional de a norma ABNT NBR 5410 já ser de conhecimento amplo e a metodologia de ensaios e verificações estarem claramente estabelecidas no próprio documento normativo. Com os programas de certificação compulsória dos produtos e materiais de instalação já em andamento, o final dessa história parecia estar mais próximo.
Tipos de instalações elétricas consideradas
As hipóteses adotadas pela subcomissão técnica da época para a elaboração de um modelo de avaliação de conformidade das instalações de baixa tensão consideraram todas as alternativas possíveis, segundo a classificação a seguir, porém, sempre apenas à parcela em baixa tensão:
  • Locais de afluência de público (de acordo com a classificação da Norma ABNT NBR 13.570);
  • Grandes e médias indústrias (de acordo com os critérios da Confederação Nacional da Indústria);
  • Edifícios multifamiliares;
  • Edifícios comerciais;
  • Instalações especiais (atmosferas potencialmente explosivas);
  • Residências unifamiliares.
O modelo adotado tinha que ser adequado para a aplicação tanto em grandes instalações como em instalações unifamiliares e os custos adicionais decorrentes da avaliação de conformidade não poderiam inviabilizar o empreendimento. Ao mesmo tempo, deveria ser mantido o rigor técnico do trabalho executado pelo avaliador.
A mesma classificação serviu para a discussão de uma proposta para as datas de entrada em vigor da exigência do certificado da instalação, de modo que houvesse tempo suficiente para a devida adequação do mercado. Essa sistemática foi a mesma empregada pelo Inmetro para outros casos de compulsoriedade. As propostas desenvolvidas estão mostradas a seguir.
Modelo de avaliação da conformidade
Conforme citado anteriormente uma das hipóteses que foram consenso foi de a Aneel constituir o “poder concedente” da compulsoriedade do certificado da instalação, porém, reconhecendo o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC) existente e que é coordenado pelo Inmetro, evitando assim a criação de um sistema paralelo de avaliação e que levaria a custos maiores e trabalhos duplicados por parte de várias personagens.
Uma das vantagens de se aplicar os critérios do SBAC é que eles são adotados e reconhecidos em âmbito mundial e facilitam sobremaneira o reconhecimento mútuo de trabalhos de avaliação de conformidade entre diferentes entidades e países.
No Brasil atual, onde as agências estão desempenhando papéis cada vez mais importantes em setores críticos, os esforços para homogeneizar os critérios de avaliação determinados por elas estão resultando em uma grande economia em conjunto. Isso está acontecendo, por exemplo, com a área de telecomunicações da Anatel e poderia acontecer com a Aneel na área de instalações.
A partir da discussão e da análise dos diversos modelos de avaliação de conformidade existentes e dos diversos casos de outros países (Argentina, França, Itália, Espanha e outros), o Inmetro, em conjunto com a subcomissão, considerou o modelo de “inspeção” como o mais adequado a ser aplicado às instalações de baixa tensão.
Por este modelo, a verificação e os ensaios finais requeridos no capítulo 7 da ABNT NBR 5410 deveriam ser executados por organismo de inspeção acreditado pelo Inmetro, de acordo com critérios equivalentes aos já existentes para outros setores. Os critérios de acreditação são baseados nos internacionais do International Accreditation Fórum (IAF) e avaliam a manutenção da competência técnica e da credibilidade dos acreditados.
Organismos de certificação existentes e já acreditados pelo Inmetro para outros escopos de atuação teriam que solicitar e se submeterem ao novo processo para poderem atuar na avaliação das instalações de baixa tensão.
Em outros países, em particular na França, onde a certificação das instalações é compulsória desde a década de 1960 e realizada por um sistema paralelo, está ocorrendo uma grande procura por parte dos organismos de inspeção designados para se obter a acreditação pelo organismo acreditador oficial, visando maior reconhecimento de sua credibilidade com o mercado. No caso brasileiro, essa fase inicial não existiria, uma vez que o organismo acreditador já seria reconhecido pela agência reguladora, que seria responsável em designar os organismos de inspeção.
O modelo em discussão na época definia que a empresa distribuidora de energia elétrica deveria exigir o certificado de conformidade da instalação de baixa tensão, realizada por organismo de inspeção devidamente acreditado pelo Inmetro, dentro das condições e dos critérios definidos pela norma ABNT NBR 5410. Isso deveria ocorrer no momento em que o responsável pela instalação solicitasse sua ligação ou negociasse o aumento de carga além dos limites estabelecidos em contrato e que, para o qual, tivesse havido reforma ou expansão da instalação.
Em algumas situações, o certificado não seria exigido, conforme a seguir:
  • Canteiros de obras;
  • Substituição de medidor;
  • Religação de consumidor residencial que não envolvesse reforma da instalação;
  • Religação de consumidor comercial que não envolvesse reforma da instalação.


Etapas do desenvolvimento do processo
O desenvolvimento do processo de elaboração do sistema de avaliação de conformidade das instalações de baixa tensão seguiu etapas já adotadas para todos os casos de certificação compulsória, que tem início no trabalho do CBAC. Seguem as diversas etapas que foram discutidas:
  • Adoção do modelo de certificação compulsória do SBAC;
  • Definição do órgão regulador: foi sugerido pelo Inmetro e pelos demais componentes da subcomissão que a Aneel fosse o órgão regulador, uma vez que o Inmetro não teria competência jurídica e meio de atuar no assunto;
  • Instrumento de atuação: resolução às concessionárias de energia elétrica para ligação da energia, a ser emitida pela Aneel. As bases para a elaboração da resolução foram estabelecidas;
  • Reconhecimento dos critérios do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade.
A proposta de entrada em vigor discutida na subcomissão técnica do CBAC era:
- Início: publicação da resolução pela Aneel;
- Após 1 ano: locais de grande afluência de público, médias e grandes indústrias;
- Após 2 anos: edificações comerciais, multifamiliares e pequenas e microindústrias;
- Após 3 anos: edificações residenciais unifamiliares;
- Após 4 anos: instalações após reforma.
Em outubro de 2001, as ações envolvendo a Aneel e a subcomissão técnica do CBAC foram paralisadas. Desde então, as entidades representativas setoriais que participaram do desenvolvimento do processo descrito anteriormente tomaram ações de monitoramento do desempenho do mercado de instalações e investiram bastante na certificação de materiais de instalação.
No início de 2008, por iniciativa da Abinee, começou-se um novo trabalho envolvendo mais três entidades (Sindicel, Cobei e Procobre), com o viés de propor ao mercado de instalações elétricas um modelo voluntário de certificação.
Outra iniciativa importante no Estado de São Paulo foi tomada pelo Corpo de Bombeiros da Polícia Militar, que teve como objetivo desenvolver uma Instrução Técnica (IT) a ser aplicada pela Corporação nos processos de emissão do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), documento necessário para a emissão do “habite-se” de uma edificação. Sua publicação está prevista para o primeiro semestre de 2011.
Uma limitação para a metodologia deste documento é que a verificação consiste de somente uma inspeção visual dos componentes da instalação, sem a realização dos ensaios e medições exigidas pela ABNT NBR 5410. Constitui, entretanto, uma base importante para a consideração da segurança elétrica pelos usuários e proprietários.

http://www.osetoreletrico.com.br/web/colunistas/jobson-modena/569-avaliacao-da-conformidade-de-instalacoes-eletricas-de-baixa-tensao-.html

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Engenharia da gestão do conhecimento-SEBRAE

Engenharia da gestão do conhecimento
 
No final das últimas décadas do século passado, impulsionado pela globalização e pela ampliação do uso de recursos computacionais e da internet, iniciou-se um movimento de questionamento sobre o papel da empresa no futuro, frente ao crescente poder de escolha dos consumidores. Segundo alguns filósofos, a uniformização de processos e o emprego da tecnologia, contribuiriam para a homogeneização entre fornecedores, permitindo que os clientes passassem a ter um maior poder de decisão o que, no longo prazo, poderia representar uma grave ameaça para muitas corporações frente à perda de competitividade. A partir destes questionamentos, originou-se o conceito de Capital Intelectual, que busca identificar e potencializar a força do conhecimento individual e coletivo acumulado pelas Organizações, como elemento primordial de diferenciação entre elas.

Esse movimento vem desaguando em uma nova ordem mundial, onde os ativos intangíveis (conhecimento e experiência de mercado, processos utilizados, carteira de clientes, marketshare, imagem corporativa, reconhecimento da marca pelo público, etc.), embora muitas vezes difíceis de serem quantificados, passaram a ter a sua importância reconhecida como geradores de valor para as organizações.

O conceito de gestão do conhecimento parte da premissa de que todo o conhecimento existente na empresa, na cabeça das pessoas, nos processos operacionais e no funcionamento dos departamentos, pertence também à organização. Em contrapartida, todos os colaboradores que contribuem para esse sistema, podem usufruir de todo o conhecimento acumulado. Vale ressaltar que, apenas "saber muito" sobre alguma coisa não proporciona, por si só, maior poder de competição para uma organização. A diferença é quando o capital intelectual, gerido de forma adequada, consegue alavancar soluções que trazem benefícios concretos para os negócios.

Nos dias atuais, a criação e a implantação de processos que gerem, armazenem, gerenciem e disseminem o “conhecimento corporativo” faz parte da agenda de muitos executivos, que buscam nas consultorias especializadas, auxílio para administrá-lo de forma adequada.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Uma razão!

Prezados, boa noite ou bom dia, pois acredito que muitos conseguiram ler minha mensagem apenas pela manhã.

Ao decidir colocar na Internet esse blog, percebi que dei um grande passo para o meu progresso pessoal e profissional , pois a partir desse momento tenho a responsabilidade de levar a todas as informações pertinentes aos mais diversos assuntos relacionados à área técnica .

Juntamente com essas informações, pretendo abrir uma nova frente de trabalho , onde possa treinar e orientar profissionais atuantes, estudantes e iniciantes no vasto mundo do conhecimento técnico relativo à área de projetos de instalações.

Criei algumas paginas anexas ao blog, onde coloco um breve currículo da minha vida profissional, treinamentos que pretendo aplicar e uma pagina com link´s de acesso a alguns simuladores de consumo de energia, água e eficiência energética , todos online.

Agradeço desde já a atenção de todos, desculpem os erros!

Abraços a todos!

Ulisses Romão

Um símbolo!

O mais antigo símbolo da filosofia é a chamada ave de Atena, deusa da sabedoria e da fecundidade, aparecia associada na mitologia grega, a essa ave noctívaga que é a coruja, cuja nota distintiva é a de se levantar ao anoitecer e andar vigilante e activa pela calada da noite.
Auxiliada apenas pela luz da lua, dotada de uma excepcional acuidade visual, vê o que o comum dos outros animais só consegue alcançar com a luz do sol. É essa invulgar capacidade de ver e de orientar no mundo das trevas que faz dela um símbolo da filosofia e do conhecimento racional: a coruja, tal como a filosofia, simboliza a reflexão que domina as trevas ou a capacidade de obter conhecimentos para lá das sombras.

Um nome!

Prezados, segue definição do que é a Técnica.Esse foi o nome que escolhi para minha empresa.

Técnica é o procedimento ou o conjunto de procedimentos que têm como objetivo obter um determinado resultado, seja no campo da Ciência, da Tecnologia, das Artes ou em outra atividade.
Estes procedimentos não excluem a criatividade como fator importante da técnica. como os conhecimentos técnicos e a capacidade de improvisação. A técnica não é privativa do homem, pois também se manifesta na atividade de todo ser vivo e responde a uma necessidade de sobrevivência. No animal, a técnica é característica de cada espécie. No ser humano, a técnica surge de sua relação com o meio e se caracteriza por ser consciente, reflexiva, inventiva e fundamentalmente individual. O indivíduo a aprende e a faz progredir. Só os humanos são capazes de construir, com a imaginação, algo que logo podem concretizar na realidade. Campos de ação: o campo da técnica e da Tecnologia responde ao interesse e à vontade do homem de transformar seu ambiente, buscando novas e melhores formas de satisfazer suas necessidades ou desejos. Esta atividade humana e seu produto resultante é o que chamamos técnica e Tecnologia, segundo o caso. A técnica também pode ser passada de geração para geração. Como exemplo, temos os povos Incas, particularmente em Machu Picchu que construiram terraços nas cordilheiras dos Andes, para sua agricultura e estes terraços são dotados de curvas de nível para a proteção das encostas e seus cultivos, hoje utilizadas por toda a agricultura pelo mundo.


A palavra se origina do grego techné cuja tradução é arte. A técnica, portanto, confundia-se com a arte, tendo sido separada desta ao longo dos tempos.

domingo, 24 de outubro de 2010

Artigo - Prazos e Planejamento

Meus caros amigos, é com muita satisfação que inicio mais um artigo em parceria com o grupo MULTIWAY e neste, pretendo deixar um pouco de lado os assuntos exclusivamente técnicos e falar sobre um tema que acredito ser de extrema importância: Prazos para execução dos serviços.

Estamos vivendo um ótimo período para área de construção civil, finalmente a economia trouxe a tona o esperado espetáculo do crescimento de que se tanto falou nestes últimos anos, porém, esse espetáculo traz a reboque a fórmula prazos x execução, equação que não deixa de ser sempre um desafio que os planejadores e executores das obras procuram resolver.

As condições de trabalho imposta aos profissionais de projeto e de execução estão expondo um problema que envolve todas as áreas da construção, desde o planejamento inicial até a entrega final das obras, esse problema conhecido de todos, o nosso velho prazo de atendimento.

Com o aumento da demanda de projetos e obras na área de construção civil, nos deparamos com um cenário que há muito tempo não era visualizado por empresários e profissionais. Corremos contra o tempo, ou para cumprirmos os prazos requisitados ou para não perdermos o momento, que por sua vez traz todas as oportunidades que há muito esperávamos.

Ao trabalharmos com empenho e rapidez ficamos muito próximos de cometermos erros graves em decorrência do volume de trabalho ou porque o tempo previsto já está próximo do final e os prazos são talvez o mais importante quesito a ser atendido ou são os mais monitorados pelos coordenadores. Isso pode acarretar grandes problemas, quanto ao dimensionamento de materiais e a qualidade das obras.

Constantemente nos chega pelos noticiários de TV e radio que algum prédio desabou ou pegou fogo e sempre as causas apontadas são problemas estruturais ou curto-circuito, serão verdadeiras essas causas? Ou será o tempo dispensado para elaboração dos projetos não foi o suficiente para que todos os parâmetros exigidos fossem atendidos e os cálculos conferidos?

Com essa afirmação não eximo a culpa dos maus profissionais, que no momento da execução da obra preferem trocar os materiais especificados por outros de valor inferior ou mesmo utilizam materiais de fabricantes que sem nenhuma consciência aplicam matéria prima proveniente de roubos, como por exemplo, a fabricação de fios e cabos de cobre para o sistema de energia elétrica.

Voltando ao nosso foco principal, ao planejarmos a execução de determinado trabalho, temos que contemplar todas as etapas necessárias para que esse trabalho seja realizado de forma correta e que atenda as premissas iniciais solicitadas pelo cliente. O prazo total previsto deverá ser dimensionado de forma que exista tempo suficiente para que todas as etapas sejam cumpridas na sua integralidade, garantindo que a próxima seja executada sem qualquer duvida e o produto ou serviço seja finalizado como planejado.

Pela minha experiência, um projeto completo para construção de um edifício de médio porte (500 m2) leva em média seis meses, sendo que após sua construção esse mesmo edifício será utilizados por dezenas de anos ou mesmo centenas, pois o tempo de utilização das construções ultrapassa os séculos. Com isso podemos concluir que o trabalho intelectual voltado para o seguimento técnico é o mais prejudicado quando o assunto é prazo.

Espero que esse alerta ajude os profissionais de planejamento a serem mais generosos na hora de determinarem quanto tempo será destinado a cada etapa dos trabalhos de projetos e execução da obras.



13 de julho de 2008

Artigo - As Especificações e os Fabricantes


Prezados amigos, dando continuidade à nossa série de pequenos textos sobre a área de infra-estrutura de instalações elétricas e sistemas de telecomunicações (dados e Voz), quero enfatizar a importância de especificarmos corretamente os materiais em nossos projetos e obras.

Sempre em meus projetos quando tenho que detalhar as especificações dos materiais empregados na elaboração, procuro estar munido dos catálogos em papel ou em formato digital pois, sei que qualquer código ou referência que deixo de informar, pode acarretar grandes transtornos aos nossos clientes.

Na área de infra-estrutura nos deparamos com vários tipos de materiais, que devem ser relacionados nos projetos e memoriais com todas as especificações necessárias para que não existam dúvidas quanto às informações no momento da compra ou mesmo quando forem requisitados nos almoxarifados dos grandes empreendimentos, onde as empresas executoras possuem estoques para suprir as necessidades das obras.

As principais informações que devemos nos atentar ao especificarmos os materiais de infra-estrutura são:

Descrição básica do produto
Utilizar linguagem técnica ao descrever o material ou produto de forma que não haja dúvidas quanto às características.

Fabricantes
Informar as principais empresas que atendam as especificações.

Características Construtivas
Fazer constar os seguintes dados:

-Denominação comercial;
-Tipo do material;
-Dados técnicos (Tensão Nominal, temperatura) a exemplo dos fios e cabos;
-Normas especificas relativas à construção;
-Normas especificas relativas à maneira de instalar e aplicações.

Uma importante fonte de consulta hoje, são os sites dos fabricantes na rede mundial de computadores, a nossa Internet. Sempre dou uma olhada nas páginas pois, ali sei que lançamentos, atualizações e informações novas chegam quase que diariamente, sobre novos materiais ou melhorias em produtos já consagrados.

Outra excelente fonte de ajuda são os profissionais dos setores de vendas técnicas das empresas, que atualmente realizam um ótimo trabalho de suporte e auxílio na hora de especificarmos, sempre enviando as informações que necessitamos.

Nas minhas atividades diárias tenho que buscar informações sobre diversos materiais, por exemplo:
Fios, cabos, disjuntores, chaves, fusíveis eletrodutos, cabos de telefonia, redes de computadores, rack´s de equipamentos, caixas de passagem, quadros de luz e força, eletrocalhas, canaletas, leitos para cabos, etc.

Quando não consigo obter todos os dados nos catálogos, busco manter um diálogo com esses representantes técnicos que estão sempre prontos a ajudar.

Enfim meus caros, espero que com essas poucas palavras possa destacar a importância de especificarmos corretamente os materiais e produtos em nossos projetos e obras e que todos possam sempre buscar nas informações fornecidas pelos fabricantes, todo o conhecimento necessário para realizarem seus trabalhos de forma eficiente e funcional.

Dedico essas palavras a todos os profissionais das empresas fabricantes e seus distribuidores que até hoje me ajudaram e colaboraram nas minhas atividades profissionais e muitos se tornaram meus amigos pessoais.

SITES ONDE PODEMOS OBTER INFORMAÇÕES SOBRE OS FABRICANTES E SEUS PRODUTOS
ABINEE   http://www.abinee.org.br/



09 de julho de 2008

Artigo - Normas Técnicas - Esse é o Caminho!


Meus amigos , agradeço o interesse demonstrado pelo o artigo anterior, pois é sempre muito bom saber que o nosso objetivo está sendo alcançado. Eu e a MULTIWAY estamos com essa tarefa de levar o máximo de conhecimento e informações aos profissionais e clientes ligados a área de infra-estrutura e instalações elétricas.

Neste novo artigo pretendo transmitir a importância que tem o desenvolvimento de projetos e a execução das instalações elétricas tendo como o principal parâmetro a nossa NBR 5410, pois nesta norma brasileira, estão todos os preceitos e recomendação da boa pratica no que se refere às instalações elétricas de baixa tensão.

Todo projeto de instalações elétricas é composto por diversos elementos que irão fazer parte das futuras instalações da edificação, tais como:

Infra-estrutura
Eletrodutos, canaletas, leitos, eletrocalhas, caixas de passagem, caixas de ligação e painéis de distribuição de energia em baixa tensão.

Dispositivos de proteção, seccionamento e comando.
Disjuntores, DR, DPS e fusíveis.

Condutores
Fios, cabos e barramentos.

A NBR 5410/2004, mais precisamente Norma Brasileira de Instalações Elétricas de Baixa Tensão, traz em seu conteúdo todas as informações necessárias, para os projetistas elaborarem seus trabalhos com a maior segurança quanto às especificações, dimensionamentos e maneiras de instalar de todos os componentes de um projeto de instalações elétricas.

Nesta ultima versão houve uma preocupação em deixar as informações bem mais fáceis de consultar, permitindo que todos os profissionais obtenham entendimento necessário para a realização de suas atividades com mais clareza e confiança.

A introdução de fluxograma no item 6.3.5.2.2 instalação dos DPS e o novo formato gráfico ISO, trazem à NBR 5410 o padrão internacional que estava faltando para equiparar nossa norma às mais conceituadas do mundo.

Existem outras normas de grande importância no seguimento que abordam, entre muitas, posso citar a NBR 5413/1992 Iluminancia de Interiores, onde estabelece os valores de iluminancias médias em serviço para iluminação artificial nos mais diversos ambientes, tais como:

Comércio
Indústria
Ensino
Bancos
Cinema e Teatros

Espero que com essas poucas palavras tenha alertado o quanto é importante para os profissionais da área de instalações terem sempre a mão as normas vigentes, para consulta ou mesmo para leitura habitual, pois nossas normas carregam em seu conteúdo informações primordiais para todos que buscam evoluir em suas atividades.


07 de abril de 2008

Artigo - Projetos de Infraestrutura


Caros amigos é um prazer poder compartilhar meu conhecimento e experiência com vocês, neste artigo vou tentar levar ao conhecimento de todos o quanto é importante um bom planejamento na área de projetos de infraestrutura predial.


Ao iniciarmos um projeto de infraestrutura para sistemas de redes elétrica, dados e voz é extremamente importante termos em mãos todas as necessidades solicitadas pelos nossos clientes, pois a perfeita integração dos sistemas deve-se a observação dos diversos itens relacionados às instalações, que listo a seguir:

-SHAFT´S-(Passagens entre pavimentos);
-Localização dos Painéis Elétricos;
-Localização dos Quadros de telefonia (VOZ);
-Localização dos rack´s dos sistemas de cabeamento.

Após identificarmos esses itens e demarca-los em nosso projeto se faz necessário confirmarmos com o projetista de arquitetura de que forma vamos atender os pontos de elétrica, dados e voz do layout proposto (Planta com a locação do mobiliário ou equipamentos), pois atualmente os construtores estão propondo em seus projetos diversas formas de instalações, segue alguns exemplos:

-Tubulações embutidas no contra-piso;
-Dutos de piso embutidos no contra-piso;
-Piso monolítico;
-Piso Elevado;
-Canaletas ou tubulações fixadas de forma aparente.


Preferencialmente em meus projetos tento adotar uma maneira de instalar que possibilite a mobilidade do layout, ou seja, numa eventual mudança de layout a infraestrutura existente continuará atendendo os pontos de elétrica, dados e voz necessários ao funcionamento dos equipamentos.


Vale à pena lembrar, que ao projetarmos,estamos com a grande responsabilidade de levarmos aos nossos clientes soluções, onde a integração dos materiais, custos, funcionalidade e praticidade devem estar sempre presentes.

Com isso podemos concluir que, sem a dedicação e o profissionalismo de todos no processo de elaboração de um projeto de infraestrutura predial, onde a integração das diversas áreas envolvidas, projetistas, fornecedores e instaladores não será possível melhorarmos o padrão de qualidade da construção civil.

Pois estamos vivendo um grande crescimento no setor e quem estiver integrado com todo o processo conseguirá obter sucesso em seus negócios nessa nova fase da economia.


11 de fevereiro de 2008