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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Atualização da NBR 5419 em 2014!!!


Atualização da NBR 5419 deixará edificações mais seguras contra raios

Norma que dispõe sobre sistemas de proteção contra descargas atmosféricas terá novidades em relação aos procedimentos, cálculos e determinação da necessidade ou não do sistema.

Redação AECweb / e-Construmarket












Uma novidade trará mudanças aos sistemas de proteção contra descargas atmosféricas no decorrer de 2014: será publicada a nova edição da norma ABNT NBR 5419 - Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. "A norma atual tem em torno de 45 páginas, já a nova chegará a 400. Haverá novidades em relação aos procedimentos, cálculos e determinação da necessidade ou não desse sistema. Entretanto, o assunto com maior ênfase será o cuidado com os aparelhos eletroeletrônicos, detalhando as regras para que seja realizada de maneira adequada a proteção contra queima desses equipamentos. Além de resguardar a estrutura da edificação e zelar pela integridade física de seus ocupantes, os para-raios devem prevenir a queima de aparelhos que estejam ligados nas tomadas", detalha o engenheiro eletricista Hilton Moreno, consultor do programa Casa Segura, iniciativa do Procobre.

Nesse setor não é possível afirmar que a proteção será de 100%. "Os sistemas são projetados com base em estudos e simulações sobre o comportamento conhecido das descargas atmosféricas, entretanto, não é possível ‘controlar a vontade’ desse fenômeno natural. Um raio ‘rebelde’ pode atingir a região não coberta pelo sistema de captação do para-raios, mas a probabilidade de isso acontecer é muito pequena. Nesse caso, o risco é minimizado, mas nunca zerado, já que o raio não ‘obedece’ o ser humano e tem ‘vontade própria’", comenta o profissional, lembrando que a função desse sistema não é evitar que um raio caia sobre um prédio ou casa, e sim dirigir de maneira organizada e controlada essa descarga para o solo.

http://www.aecweb.com.br/cont/m/rev/atualizacao-da-nbr-5419-deixara-edificacoes-mais-seguras-contra-raios_8556_0_1








sábado, 5 de abril de 2014

PORTARIA 51 DO INMETRO - CERTIFICAÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS


Certificação voluntária de instalações elétricas de baixa tensão

Foi publicada no Diário Oficial da União de 30 de janeiro, a Portaria 51 do Inmetro, que institui, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade - SBAC, a certificação voluntária para instalações elétricas de baixa tensão.

Os requisitos estabelecidos pela citada Portaria se aplicam às instalações de edificações novas e a reformas em edificações existentes, qualquer que seja seu uso (residencial, comercial, público, industrial, de serviços, agropecuário, hortigranjeiro, etc.), incluindo as pré-fabricadas. Aplica-se, também, às instalações elétricas em áreas externas às edificações, cobertas ou descobertas; em locais de acampamento (campings), marinas e instalações análogas e instalações de canteiros de obra, feiras, exposições, parques de diversões e outras instalações temporárias.

Leia a Portaria Inmetro nº 51
28/03/2014 | E-book gratuito sobre a Portaria 51 do Inmetro


Neste e-book do HMNews é abordado um tema da mais alta relevância para a comunidade da área elétrica e para a sociedade brasileira: a certificação das instalações elétricas com “selo do
Inmetro”.

quinta-feira, 13 de março de 2014

+ DE 10.000 ACESSOS

 
Muito obrigado à todos que acessaram o nosso blog!!!
 
 

Essa marca é muito importante para nós!!!


 
Equipe Técnica Treinamentos

sábado, 8 de março de 2014

Gere sua própria energia elétrica


05/03/2014 08h15 - Atualizado em 05/03/2014 13h30

Portal G1


Casa em São José dos Campos gera própria energia e pode ter conta de luz zerada
Imóvel é o primeiro na região com sistema de microgeração de energia.
Modelo pode dar descontos na conta de luz conforme produção e consumo.



Sete painéis fixados no teto da casa fazem captação e produção de energia
(Foto: Arquivo Pessoal/Daniel Secches)


Quem vê a fachada moderna da casa no Jardim Urbanova, na zona oeste de São José dos Campos (SP), não imagina que além do estilo inovador ela tem outro destaque: é o primeiro imóvel da região a gerar sua própria energia. Ao todo, apenas 81 imóveis em todo o Brasil contam com o sistema de microgeração de energia, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Ainda em fase de acabamento, a casa deve ser ocupada na segunda quinzena desse mês pelo engenheiro civil Daniel Secches, de 38 anos. A energia é gerada por painéis solares e se o local consumir o equivalente ao que produzir, a conta não é cobrada pela distribuidora. O controle é feito por um relógio bidirecional, implantado no local pela EDP Bandeirante no dia 26 de fevereiro.

No total, Secches investiu cerca de R$ 25 mil somente na instalação das placas fotovoltaicas - que fazem a captação de energia solar. Para implantação do sistema, ele procurou uma empresa especializada em projetos de geração de energia e, em seguida, a Bandeirante. "Para ligação [do sistema] existe um processo junto a concessionária que leva aproximadamente 45 dias e envolve a aprovação do projeto, vistoria da instalação e finalmente a troca do medidor. Mas tudo ocorreu sem muita burocracia", explicou Secches.



Para construção da casa foram investidos cerca de
R$ 700 mil (Foto: Arquivo Pessoal/Daniel Secches) 


 O modelo é pioneiro em toda a rede de operação da EDP Bandeirante, distribuidora de energia em 28 municípios do estado de São Paulo - destes, 19 no Vale do Paraíba. “Espero ter um retorno financeiro daqui oito a dez anos. O sistema tem vida útil de até 30 anos e já foi dimensionado para equilibrar o que eu consumo e o que produzo”, afirmou o proprietário.

Ao todo, sete painéis solares fixados no teto do imóvel produzem a energia, que é medida de forma diferenciada pela distribuidora. “Toda a energia que eu não estou consumindo, poderá ser consumida pelo meu vizinho”, ressalta. Se a casa produzir menos do que consumir, o morador pode ter descontos equivalentes na conta de luz.

Segundo o engenheiro, a construção do imóvel também foi feita de forma sustentável e teve reaproveitamento de resíduos e água. Com dois andares, cozinha e sala integrados, três suítes, o imóvel está em uma área de 370 m² e, segundo o engenheiro, é avaliado em R$ 1,4 milhão. Os gastos totais com a construção da casa chegaram a R$ 700 mil.


Sistema
A instalação do sistema de medição bidirecional é pouco utilizado no país e ainda está sendo avaliado pela EDP Bandeirante. A situação foi regulamentada pela Aneel em abril de 2012 e estabelece que quem gerar energia em casa pode compartilhar o excedente com a rede pública e ter abatimentos na conta.

“É o primeiro caso que temos e estamos vendo como a Secretaria da Fazenda avalia em termos de [pagamento] impostos”, afirmou o relações institucionais da EDP, Marcos Scarpo. De acordo com ele, a microgeração de energia pode contribuir principalmente em picos de consumo em todo país. “No momento do horário de ponta, o sistema está fora da nossa rede e pode contribuir para postergar investimentos”, analisa.



http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2014/03/casa-em-sao-jose-gera-propria-energia-e-pode-ter-conta-de-luz-zerada.html




 
 
 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

ELETROPAULO LANÇA O LIG BT 2014

 
 
LIG BT 2014 (Livro de Instruções Gerais) - 12º Edição Fev/2014
Nesta página é apresentado o LIG BT 2014 (Livro de Instruções Gerais - Fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição), que tem por objetivo estabelecer as condições mínimas exigidas pela AES Eletropaulo, para o fornecimento de energia elétrica em baixa tensão, através de rede aérea e subterrânea às instalações consumidoras localizadas em sua área de concessão.
 
As disposições do regulamento geral visam estabelecer as condições gerais a serem observadas pelos interessados no fornecimento de energia elétrica quanto à maneira de obterem ligação e dar subsídios técnicos necessários para a elaboração do projeto e execução de entradas consumidoras, sempre em obediência às normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), bem como à legislação em vigor.
Quaisquer sugestões e comentários pertinentes à presente regulamentação serão bem recebidos pela AES Eletropaulo. As correspondências deverão ser entregues em qualquer um dos setores de atendimento comercial.
O prazo de convivência com a edição de 2005 vai até 20/08/2014
Para iniciar o seu download clique no link:
LIG BT 2014

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Mãos à Obra



Mãos à Obra pro

Práticas para a construção de qualidade

Mãos à Obra pro é programa de produção e difusão conteúdo sobre a construção popular que busca ampliar o acesso do conhecimento, facilitar o treinamento e a qualificação de profissionais e influenciar a construção de moradias com mais qualidade e com menos desperdício.

O programa é voltado para o profissional da obra que trabalha com a construção e a reforma de moradias: técnicos, empreiteiros, pedreiros, engenheiros, arquitetos além de professores e estudantes.
O programa Mãos à Obra pro é realizado pela Associação Brasileira de Cimento – ABCP.


http://maosaobra.org.br/

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

2014 = MOTIVAÇÃO

Caros amigos!

Começamos este ano de 2014 buscando algo que nos motive, que nos ajude a prosseguir e vencer a inércia de todo início de ano.

Acredito que não vai faltar motivação pois, vamos viver acontecimentos importantes em nosso país, a copa do mundo de futebol e as eleições para presidente, governadores, deputados e senadores.

Se conseguirmos canalizar toda essa emoção que envolve esses eventos em nossas atividades profissionais e pessoais, com certeza estaremos realizando muito mais e melhor do que no ano passado.

Um ótimo 2014 para todos nós!!!

Abraços



Como aumentar a Motivação Pessoal e Motivação Profissional









http://www.liderancaemotivacao.com/como-aumentar-a-motivacao-pessoal-e-motivacao-profissional/

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

FELIZ 2014!!!



Muito obrigado aos clientes, amigos e parceiros que nos
apoiaram e incentivaram durante esse ano de 2013.

Nós, da Técnica, desejamos à todos os mais sinceros votos de saúde, paz e prosperidade!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Revisão da Norma ABNT NBR 14565:2013 - Cabeamento estruturado para edifícios comerciais e data centers


ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou, em 28 de novembro de 2013, uma nova revisão da norma ABNT NBR 14565:2013 - Cabeamento estruturado para edifícios comerciais e data centers, que revisa a norma ABNT NBR 14565:2012, elaborada pelo Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03).

Esta Norma especifica um sistema de cabeamento estruturado para uso nas dependências de um único ou um conjunto de edifícios comerciais em um campus, bem como para a infraestrutura de cabeamento estruturado de data centers. Ela cobre os cabeamentos metálico e óptico.

O documento será válido a partir de 28 de dezembro. Para mais detalhes sobre a publicação contate o ABNT/CB-03 (cobei@cobei.org.br).

http://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=307177#!

Prezados gestores da ABNT

Seria de grande valia para todos os profissionais, que juntamente com a noticia da nova edição de qualquer norma, seja emitida uma nota informando quais os principais pontos alterados.

O simples fato de publicar uma nova edição não exime a responsabilidade da ABNT de elucidar e tornar publico todos os pontos que divergem da versão anterior.

Mesmo existindo o mecanismo da consulta publica, acredito que se faz necessário levar aos profissionais e comunidade, quais as informações relevantes da nova edição que devem ser observadas no que tange aos serviços ou fabricação de produtos pertinentes a cada norma.
 





11ª FEIRA REGIONAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA EM OSASCO



sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Telhado verde reduz temperatura e aumenta umidade

Por Valéria Dias - valdias@usp.br
Publicado em 22/novembro/2013 | Editoria : Meio ambiente | Imprimir |


O uso de telhado verde se mostrou eficiente para reduzir os impactos no microclima no topo de um edifício na região central de São Paulo, como mostra estudo realizado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Telhado verde é o uso de vegetação como gramíneas, arbustos e árvores no topo de telhados comuns ou em laje de concreto.

Edifício Conde Matarazzo, sede da Prefeitura de SP: telhado verde tem até lago!

Os prédios analisados foram o Edifício Conde Matarazzo (sede da Prefeitura de São Paulo), localizado entre a rua Dr. Falcão e o Viaduto do Chá, e que possui um amplo telhado verde; e o Edifício Mercantil/Finasa (rua Líbero Badaró), cuja laje é de concreto. Os resultados indicaram que o edifício com telhado verde chegou a ficar 5,3 graus Celsius (ºC) mais frio do que o edifício de concreto; já a umidade relativa do ar foi 15,7% maior. Os dois edifícios estão no centro de São Paulo.

“O telhado verde absorveu grande parte da radiação solar emitindo uma menor quantidade de calor para a atmosfera, o que aumenta a qualidade ambiental das cidades, podendo fazer parte das políticas públicas do município como forma de ampliar as áreas verdes”, diz o geógrafo e professor universitário Humberto Catuzzo, autor da tese de doutorado Telhado verde: impacto positivo na temperatura e umidade do ar. O caso da cidade de São Paulo. A tese, defendida em 4 de outubro deste ano, teve orientação da professora Magda Adelaide Lombardo.

Os edifícios foram escolhidos pois ambos se localizam na borda direita do Vale do Anhangabaú e estão sujeitos a condições atmosféricas e de insolação semelhantes . No topo foram instalados sensores a 1,5 metros (m) do chão (padrão internacional para medição da temperatura e umidade relativa do ar) e que foram captados de 10 em 10 minutos durante um ano e onze dias. Dois sensores foram colocados em lados diferentes do Edifício Conde Matarazzo. Os dados foram comparados com os do outro sensor, instalado no Edifício Mercantil/Finasa.

A coleta ocorreu de 20 de março de 2012 até 31 de março de 2013. A partir daí foi feita a comparação dos dados primários coletados por meio de estatística e gráficos, demonstrando as variações das temperaturas máximas, mínimas e umidade relativa do ar. Também foram analisadas as amplitudes térmicas e higrométricas (umidade relativa do ar) em todas as estações do ano. “Fiz ainda uma comparação destes resultados com os dados oficiais coletados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) localizado no Mirante de Santana.”



Sede da Prefeitura (esq.): telhado verde chegou a ficar 5,3ºC mais frio do que o edifício Edifício Mercantil/Finasa, com laje de concreto (dir.). Umidade relativa do ar foi 15,7% maior



Resultados
A diferença entre as temperaturas máxima e mínima (amplitude térmica) do dia chegou a ser 6,7º C menor no telhado verde em um dia de verão. “Isso significa que ele demora mais a aquecer e a resfriar, o que mantém a temperatura do ar muito mais constante”, aponta. Já a amplitude higrométrica chegou a ser 7,1% menor no telhado verde, o que significa que ele perde menos umidade do que o telhado de concreto ao longo do dia.

Na comparação com os dados do INMET, a variação mais significativa foi de 3,2º C mais frio no telhado verde e 21,7% mais úmido. Ou seja, o telhado verde mesmo estando em plena área central, apresenta menor aquecimento e maior umidade relativa do ar, comparado com o telhado de concreto ou até mesmo com a estação do INMET.

Segundo o pesquisador, o concreto possui características que fazem com ele esquente muito quando o sol incide, e irradie muito calor ao mesmo tempo, fazendo, inclusive, o vapor d´água diminuir (umidade relativa). Já as áreas verdes possuem característica oposta — demoram mais para aquecer, retém o calor por mais tempo e mantém a umidade também por muito mais tempo — por isso nos sentimos tão bem debaixo da sombra de uma árvore.

“Há ainda outros fatores que não foram estudados nesta tese, mas que podem trazer benefícios se criarmos uma política de implantação de telhados verdes. A criação de corredores ecológicos onde pássaros e insetos possam “migrar” entre parques e o conforto interno dos prédios que poderiam diminuir custos com ar-condicionado são exemplos de efeitos possíveis que merecem investigação”, destaca. “Cabe ressaltar que, em países europeus, e em algumas cidades dos Estados Unidos e da Argentina, existem leis, incentivos fiscais e financeiros dados às construções que utilizam este tipo de estrutura. O poder público tem um papel de extrema importância, uma vez que em nossas cidades é cada vez mais necessário melhorar a qualidade socioambiental do meio urbano.”



Telhado verde da sede da Prefeitura (esq.) e a laje de concreto do Mercantil/Finasa (dir): uso de telhados verdes como políticas públicas poderiam ampliar áreas verdes das cidades



Tipos de telhado verde

Catuzzo explica que o telhado verde pode ser do tipo intensivo (vegetação de porte arbustivo a arbóreo, com grama permanente, que requer adequado processo de impermeabilização, sistema de irrigação e drenagem, alta manutenção e tem um alto custo). Há ainda o extensivo (vegetação rasteira, geralmente gramíneas, com baixa manutenção, nenhuma irrigação e menor custo). Existe também um terceiro tipo, classificado como semi-intensivo (gramíneas e arbustos, sendo também necessário sistema de impermeabilização e irrigação constante).

“Para todos eles é fundamental que se realizem cuidados especiais quanto à impermeabilização e o cálculo de peso da estrutura, para verificar se realmente o edifício ou casa suporta o peso”, conclui.

Imagens: Humberto Catuzzo


Mais informações: email hcatuzzo@yahoo.com, com Humberto Catuzzo

http://www.usp.br/agen/?p=162345

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Aprimorar o conhecimento, diminuir as deficiências!




Crescimento significa melhorar as condições para aceitar novas possibilidades, significa estar preparado para enfrentar situações cada vez mais desafiadoras e acima de tudo, significa aprimorar o conhecimento já consolidado diminuindo as eventuais deficiências que possam comprometer o caminho do sucesso.

Nesta perspectiva apresentada, a Técnica Treinamentos oferece serviços que auxiliam no crescimento de sua equipe ou empresa. Trabalhamos com treinamentos in company, voltados para a sua necessidade específica nas áreas das instalações elétricas de baixa tensão e segurança do trabalho com aplicação e interpretação das respectivas normas vigentes que regem estes dois campos.

Se você já possui profissionais aptos a ministrarem treinamentos em sua empresa porém, ainda não dispõe de material didático devidamente estruturado, oferecemos a preparação completa do conteúdo (textos, slides, apostilas) de acordo com os objetivos e metas a atingir.

A Técnica Treinamentos quer participar do seu crescimento e sucesso, encontre as soluções e abra possibilidades!

Entre em contato conosco pelos telefones:

(11) 4624-1270 ou (11) 2815-1285

ou se preferir pelo email:

tecnica@tecnicatreinamentos.com.br

terça-feira, 15 de outubro de 2013

NOVO ENDEREÇO - TÉCNICA TREINAMENTOS & CURSOS


Prezados amigos e clientes!

É com grande prazer que anunciamos o novo endereço da Técnica Treinamentos e Cursos.

Ficaremos honrados em recebê-los para uma vista.

Um abraço à todos!

Atenciosamente

Ulisses Ricardo Romão

Telefones: 11-2815-1285 - 11-4624-1270

Endereço: Av. Sarah Veloso, nº 597 - Sobreloja - Sala 3 - Jd. Veloso

Osasco - São Paulo - Brasil

CEP: 06150-000



terça-feira, 17 de setembro de 2013

Treinamento no Apiário Polenectar - São Paulo

É com grande prazer que informamos a realização de mais um treinamento da Técnica Treinamentos e Cursos.
Nas manhãs dos dias 10 e 11 de setembro, foi realizado nas dependências do Apiário Polenectar em São Paulo, o treinamento Segurança em Instalações Elétricas de Baixa Tensão, onde os participantes tiveram contato com assuntos de extrema importância para as atividades profissionais, como uso de EPI´s (Equipamento de Proteção Individual), assistiram vídeos sobre os perigos da eletricidade e os efeitos no corpo humano causados pelo choque elétrico.

Participantes, Diretor, Gerente e Instrutor
Todos participantes, instrutores e diretoria da Polenectar
Instrutor e Coordenador de Cursos - João Vitor Romão
 




Sr. Celso, fez o encerramento do treinamento


9ª edição Feira Regional de Economia Solidária de Osasco - SP


A Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão da Prefeitura de Osasco realiza, entre os dias 19 e 22 de setembro, a 9ª Feira Regional de Economia Solidária.

O evento abre espaço para que empreendimentos econômicos solidários comercializem seus produtos nas mais diversas áreas.


9ª Feira Regional de Economia Solidária
19 a 22 de setembro, das 9 às 22 horas
Calçadão da rua Antônio Agu, Centro, Osasco, em frente ao shopping Plaza.



 
IMAGENS DE EDIÇÕES ANTERIORES
 
 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Técnica - TREINAMENTOS E CURSOS


Elevador para edifício de até quatro andares funciona a energia solar



O desafio da sustentabilidade chegou também aos elevadores residenciais. A Otis Elevator Company lançou na semana passada, em São Paulo, um que elimina a necessidade de energia elétrica trifásica, pode ser operado à energia solar e utiliza tecnologia à bateria não apenas quando falta luz no prédio.


Uma tomada comum basta para fornecer ao Gen2 Switch toda a energia necessária. O equipamento opera com energia monofásica, sendo recomendado para retrofits ou edifícios novos onde o elevador seria a única instalação de energia trifásica.


A tecnologia monofásica do sistema pode ser alimentada por fontes renováveis de energia como painéis solares ou turbinas eólicas. A bateria permite que os usuários não fiquem presos em caso de blecaute.


O elevador Gen2 Switch estará disponível por meio das unidades de operação da Otis, de forma gradual em mercados desenvolvidos e emergentes, incluindo Europa, Índia, Sudeste Asiático e Américas Central e do Sul.




O elevador Gen2 Switch não precisa de energia elétrica trifásica, pode ser operado por energia solar e utiliza tecnologia à bateria

http://classificados.folha.uol.com.br/imoveis/2013/09/1336860-elevador-para-edificio-de-ate-quatro-andares-funciona-a-energia-solar.shtml



terça-feira, 20 de agosto de 2013

Sustentabilidade veio para ficar na construção civil

São mais de cem edificações certificadas e mais de 700 registradas em busca da certificação




A sustentabilidade veio para ficar na construção civil. O setor se destaca nos números da certificação Leadership in Energy and Environmental Design (Leed), em tradução do inglês, Liderança em Energia e Design Ambiental. Hoje, são mais de cem edificações certificadas e mais de 700 registradas em busca da certificação.

Para receber o selo, o empreendimento deve cumprir quesitos visando à redução dos impactos ambientais: uso racional de água, eficiência energética, espaço sustentável, qualidade ambiental interna, materiais e recursos, e inovações e tecnologias.

Desde o início do ano, foram mais de 90 registros brasileiros em busca da certificação.
Para o Green Building Council Brasil (GBC Brasil), organização não governamental que fomenta o setor no país e promove a certificação, a adoção de práticas sustentáveis em edificações comerciais e residenciais traz benefícios econômicos.

- Empreendimentos sustentáveis custam de 1% a 7% mais do que uma construção comum, mas têm seu custo operacional reduzido de 8% a 9% e valorização de 10% a 20% no preço de venda - afirma o diretor técnico e educacional do GBC Brasil, Marcos Casado.

Gasto de água pode cair em até 50%

O país se destaca no cenário mundial, mas ainda não explora todo o seu potencial. Conforme Marcos, o Brasil lidera o número de registros em busca da certificação na América Latina e ocupa a quarta colocação no ranking mundial, atrás dos Estados Unidos, China e Emirados Árabes. Ainda assim, há muito a ser melhorado.

O fato é que os benefícios permanecem ao longo da vida útil da construção e trazem conforto aos ocupantes.

A indústria da construção civil consome 21% de toda a água tratada do planeta. Por isso, as edificações que conquistam o selo Leed podem reduzir o gasto de água em até 50%. O resultado surge da adoção de medidas como torneiras inteligentes, descargas de duplo acionamento e reaproveitamento da água da chuva.

A certificação também proporciona redução de 30% no consumo de energia, de 80% dos resíduos sólidos e de até 35% nas emissões de gases de efeito estufa.

Outro aspecto essencial a ser considerado é que os prédios "verdes" devem oferecer conforto e bem-estar aos ocupantes. No caso das edificações comerciais, essa característica pode implicar também no aumento da produtividade dos funcionários.

Até o final de 2013, a expectativa é de que

120 empreendimentos recebam a certificação e outros 900 sejam registrados.

Mais de 50% dos registros são de escritórios e edificações comerciais, mas um volume expressivo de indústrias, shoppings, escolas, bancos e hospitais busca o selo

13 empreendimentos do RS constam como registrados no site da organização

Sistema de classificação

Selo Leed

- Construções com pontuação entre 40 e 49 na avaliação

Selo Leed Silver (prata)

- De 50 a 59 pontos

Selo Leed Gold (ouro)


- De 60 a 79 pontos

Selo Leed Platinum (platina)

- Nível máximo, de 80 a 110 pontos

DIÁRIO GAÚCHO